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Pesquisadores da Stevens School of Business, de Nova Jersey, descobriram uma relação entre a cotação de moedas digitais, como o Bitcoin, e as conversas em redes sociais.

De acordo com eles, o fato de um ativo ser popular não é o que define se a cotação vai subir ou não, mas sim quem fala sobre ele.

Comentaristas que fazem grande estardalhaço sobre o tema não devem ser levados em conta, uma vez que esses seguem o movimento “da manada”.

O ideal é ficar atento a quem raramente fala algo. Os usuários que menos comentam sobre o tema quando o fazem, geralmente levam o preço da moeda a subir. Ou seja, um comentário positivo e pronto.

Feng Mai, professor da Stevens School of Business, afirma que apesar dos usuários mais ruidosos também influenciarem no preço da moeda, seu poder não se reflete de forma precisa no ativo.

Mai foi o líder de uma equipe que coletou e analisou dois anos de posts em fóruns sobre o Bitcoin.  

Outras fontes

Também foram coletados diversos dados do Twitter, que somam 3,4 milhões de tweets sobre o Bitcoin. Os estudiosos dividiram em informações positivas e negativas usando inteligência artificial.

Um sentimento otimista toma conta da rede social dias antes da moeda digital mais famosa  do mundo registrar uma nova alta.

“Conseguimos verificar pela primeira vez um vínculo entre mídias sociais e os preços do Bitcoin. Pode ser intuitivo, mas a onda positiva se reflete na cotação da moeda e se espalha para outros ativos”, finalizou Mai.

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