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A mineração de Bitcoin (BTC) vem se tornando um negócio pouco lucrativo por causa do aumento do hash da rede, de acordo com um levantamento da Diar, empresa de pesquisa de blockchain.

Segundo a pesquisa, a receita no primeiro trimestre desse ano superou em US$ 1,4 bilhão o total obtido no mesmo período de 2017. Porém, as companhias estão pagando a eletricidade usada no processo o mesmo valor que o varejo.

O estudo mostra que as mineradoras atualmente ganham 54 mil BTC por mês, algo em torno de US$ 350 milhões, e que o ativo teve uma valorização de 40% nos últimos 12 meses.

Mesmo com essa alta, os custos com a eletricidade vem tornando inviável essas operações. Apenas em países como a China, onde a energia custa em média US$ 0,08 kW/h, vale a pena manter mineradoras de Bitcoin.

Segundo os autores do estudo, a logística pode derrubar operações inexperientes de mineração de criptomoedas, pois elas teriam dificuldades em gerenciar salários, aluguéis e toda a infraestrutura necessária. Mesmo assim, eles destacam que o mercado ainda tem muito espaço para crescer e lucros “para espremer”.

Empresas com muito poder financeiro ainda poderão conseguir obter esses lucros e, para isso, terão que revisar suas estratégias. A mineradora chinesa Bitmain anunciou abertura de operações nos EUA para manter a rede lucrativa para mineradores.

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