SEGURANÇA E TECNOLOGIA

Estudo: invasões em operações de criptomoedas aumenta 300%

contas hackeadas
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De acordo com uma nova pesquisa, o número de contas hackeadas durante operações de criptoativos está aumentando. A maioria das atividades criminosas começam nos EUA, segundo a empresa de segurança cibernética Group-IB.

Segundo o site The Next Web, esse total aumentou 369% em 2017 na comparação com o ano anterior, sendo 720 nomes de usuários e senhas roubadas em 19 das principais exchanges.

O relatório sugere que isso ocorre por falta de atenção na hora de realizar medidas de segurança. Uma em cada cinco não tinha autenticação de dois fatores ou senhas com menos de oito caracteres, o que facilitou para os usuários acessarem indevidamente as informações das contas.

Os EUA são o país mais atingido, com 34,3% dos casos, seguido por Rússia (10,5%) e China (5%). A Turquia foi o país com menor percentual de usuários afetados, com 2,4%.

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As informações do Group-IB mostram que o maior percentual de uso de malwares ligados às criptomoedas vem dos EUA, com 56,1%, seguido pela Holanda, com 21,5%.

Segundo um outro estudo, realizado pela Carbon Black, nos seis primeiros meses de 2018, os roubos de criptoativos já somam mais de US$ 1,1 bilhão.

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