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GETX: seguros, blockchain, inteligência artificial e IoT

Tempo de leitura: 3 minutos

Para entender o GETX precisamos falar da InsChain, projeto que oferece soluções para a indústria de seguros baseado na blockchain.

Com a filosofia de humanizar o setor, o projeto quer conquistar a confiança de segurados e seguradores com a simplificação de processos.

Produção de relatórios imediatos, proteção da privacidade, custos menores e fomento de investimentos tudo será diferente a InsChain.

Os desenvolvedores criaram um protocolo de smart contract dentro do Ethereum, permitindo a identificação e registro de maneira inovadora.

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Também é importante mencionar que os responsáveis são especialistas em gerenciamento de riscos, investimentos, inteligência artificial e big data.

Além disso, possuem experiência em setores de inovação tecnológica e no mercado financeiro.

História

O projeto começou a ser desenvolvido há três anos e deve estar plenamente concluído daqui três ou quatro, segundo os desenvolvedores.

Todavia, os tokens de financiamento do projeto já estão disponíveis para compra e venda, como veremos em seguida.

No começo foram projetadas ideias para a indústria de seguros, o funcionamento daquelas soluções e o que havia por trás da proposta.

Na sequência, a plataforma começou a ser desenvolvida. Contratos inteligentes de identificação e o uso de blockchain passaram a ser vitais para a ideia. 

Com o blockchain, os desenvolvedores promoveram uma espécie de democratização da comunidade, criando mecanismos para se juntarem em rede com conselheiros e outras empresas que ajudariam na construção coletiva da rede.

De acordo com a filosofia dos desenvolvedores, o objetivo é construir um ecossistema para este tipo de economia.

Para isso, quem quer que contribua, terá recompensas que podem vir a ser muito úteis, além de  bons preços pelos serviços de seguro.

Para 2018, a programação inclui expansão, desenvolvimento da funcionalidade e implantação da tecnologia de inteligência artificial.

Em seguida, será hora de realizar os primeiros testes internos e externos de interface com usuários, para enfim fazer o lançamento de um piloto em pequena escala – a princípio apenas para Hong Kong, onde a empresa está sediada.

Os planos para 2019 envolvem testes e implantações de aprimoramentos tecnológicos da plataforma que melhorem a integração dos quatro elementos da insChain: serviços de seguro, blockchain, IoT e inteligência artificial.

As atividades para 2020 ainda não estão previstas nos documentos oficiais, mas provavelmente já estarão em uma fase mais adiantada.

GETX (Guaranteed Ethurance Token Extra)

Apesar de toda essa transparência, quando o assunto é GETX, o token da InsChain, os desenvolvedores evitam dar declarações.

Os rumores de que as criptomoedas são fraudes, ou financiam atividades ilícitas preocupam, então o tema fica restrito à comunidade cripto.

Logo ao acessar o site aparece uma mensagem afirmando que “nada nesta página constitui qualquer tipo de aconselhamento legal, financeiro, de negócios ou taxas – ou qualquer outro tipo de consultoria profissional. Antes de se envolver em qualquer atividade conectada por aqui, consulte um profissional de confiança da área”.

Desde  o dia 6 de março é possível negociar o token GETX na CoinBene.

Tecnologia

Os próprios usuários controlam as autorizações e validações. O módulo de identificação (KYC authorization) é o único lugar na qual as informações serão armazenadas.

Independente de qual empresa o usuário queira comprar um serviço, não é necessário autenticação por vídeo, certificado de residência ou policy report.

Uma vez que o KYC do usuário é verificado por uma agência governamental de confiança ou um usuário notável, a InsChain grava a assinatura eletrônica do verificador na blockchain, mas os dados do KYC não ficam gravados na rede. Nesse momento, um  token criptografado é gerado com esses dados que são cruzados com a verificação da assinatura.

Após o recebimento da informação, esta continua no módulo KYC e a partir do correspondente token criptografado, é possível confirmar a autenticidade da transação.

A InsChain combina estes processos modulares de seguro baseado na blockchain com um terminal de IoT (internet of things), além de sensores, transmissão de dados e servidores que funcionam como inteligência artificial.

É um projeto ousado, considerado promissor pela comunidade cripto e deve ganhar adeptos com facilidade, afinal de contas, quem não gostaria de estar são e salvo, desfrutando de ágeis serviços de seguro e ainda por cima pagando taxas bem menos abusivas do que as tradicionalmente cobradas pela indústria?

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Redação CoinBene
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