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NBA e Criptomoedas: conheça elos entre esses dois universos

NBA e Criptomoedas: conheça elos entre esses dois universos
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Você sabia que a NBA, maior liga de basquete profissional do mundo, possui alguns elos com o universo das criptomoedas? Sim, existem dirigentes, equipes e até jogadores envolvidos com os ativos digitais. E a gente te conta essa história.

Só um aviso: antes de entrarmos no tema dos ativos digitais, gostaríamos de deixar um lembrete a vocês: o All-Star Game, jogo das estrelas da NBA, que envolve equipes lideradas pelos astros LeBron James e Giannis Antetokounmpo, será disputado neste domingo, em Charlotte.

Retomando a pauta das criptomoedas, nós fizemos um levantamento e destacamos quatro curiosidades que ressaltam a ligação entre os ativos digitais e o universo da maior liga de basquete profissional do mundo! Confira:

Patrocínios

Algumas franquias da liga americana de basquete são patrocinadas por empresas do setor ou até mesmo por criptomoedas. O Houston Rockets, equipe de James Harden, recebe apoio da Antpool, uma das maiores companhias de mineração de criptomoedas. Enquanto o Los Angeles Clippers é patrocinado pela moeda digital Amalgam.

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Venda de Ingressos

Dallas Mavericks e Sacramento Kings são as franquias que fazem isso. A primeira pertence ao empresário e entusiasta do Bitcoin Mark Cuban, que afirmou que vai oferecer a opção para os usuários comprarem bilhetes para os jogos dos Mavericks em um futuro próximo, enquanto o King já oferece essa opção para seus fãs desde 2014.

E falando na equipe de Sacramento…

Mineração

A Golden 1 Center, arena do Sacramento Kings, tem infraestrutura para minerar criptomoedas. Em parceria com a fabricante de hardware MiningStore.com, a arena é capaz de minerar Ethereum.

E o melhor de tudo: os tokens são doados para a MiningForGood, projeto que arrecada fundos para a educação tecnológica em Sacramento, visando fortalecer comunidades locais.

Dirigentes e atletas

Além do CEO do Dallas Mavericks, outros cartolas da NBA também estão ligados no potencial que o mundo dos criptoativos oferece.

Um deles é o dono do Houston Rockets, Tilman Fertitta, que também possui uma concessionária onde é possível comprar carros de luxo de marcas como Bentley, Bugatti e Rolls-Royce e pagar com ativos digitais.

Já David Stern, que foi comissário da liga por mais de 30 anos, é apoiador e investidor do projeto FanChain, voltado ao mercado esportivo.

Por meio dele, usuários poderão comentar sobre as partidas que estão assistindo e serão recompensados com tokens que alimentam o sistema da plataforma FanChain. Os ativos poderão ser trocados por produtos digitais, assinaturas, entre outros.

Entre os atletas nós temos o polêmico Dennis Rodman, que fez sucesso no Chicago Bulls ao lado de Scott Pippen e do lendário Michael Jordan. O “bad boy” é um dos embaixadores da PotCoin, voltada ao mercado da maconha.

Outro jogador que mexe com criptomoedas é menos famoso. Spencer Dinwiddie, jogador do Brooklyn Nets, começou a comprar bitcoin em 2014, antes da alta histórica. Ele inclusive indica as criptomoedas para seus companheiros. Porém, seu envolvimento vai além.

Em parceria com a empresa Project Dream, o armador vai desenvolver uma linha de calçados, chamada K8IROS. Os produtos da marca poderão ser comprados com criptomoedas.

Do total das vendas, 50% desse valor ficará com o atleta e uma parte será doada para a Dinwiddie Family Foundation, instituição que ajuda a levar jovens carentes para a faculdade.

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