SEGURANÇA E TECNOLOGIA

Novo código da Ethereum deve estrear em janeiro

Novo código da Ethereum estreia em janeiro
Tempo de leitura: 2 minutos

Desenvolvedores da Ethereum chegam a um acordo para a ativação da Constantinopla, mudança de código proposta para liberar aos usuários a opção de atualizar o blockchain com recursos adicionais.

Durante uma reunião realizada na última sexta-feira, os membros da equipe de desenvolvimento concordaram em usar o bloco 7.080,000 no blockchain Ethereum como ponto de ativação do novo protocolo.

Caso os usuários aceitem a alteração e atualizem o software, Constantinopla entrará em vigor assim que o bloco for extraído. Segundo Afri Schoedon, gerente de lançamento do cliente Parity Ethereum, o novo protocolo deve entrar em operação entre 14 e 18 de janeiro.

O líder de segurança da Ethereum Fundation, Martin Holst Swende, lembra que também será incluído um botão de emergência para atrasar a implementação do novo software caso apareçam problemas inesperados.

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Constantinopla estava originalmente prevista para novembro, mas não foi implementada por conta de percalços enfrentados pelo time de desenvolvimento da Ethereum.

O novo protocolo visa implementar mudanças que vão simplificar o código da plataforma e também deve adiar a chamada “dificuldade bomba”, correção no código projetada para solicitar atualizações frequentes por 18 meses, enquanto a recompensa de mineração de Ether é reduzida de 3 ETH para 2 ETH por bloco.

Vem mais por ai!

Os desenvolvedores também discutiram a implementação do ProgPow, mudança no algoritmo de prova de trabalho da Ethereum que vai bloquear o uso de hardware especializado em mineração, conhecido como ASIC.

Por mais que os progressos sobre o novo código esteja fluindo bem, a equipe ressalta que ainda não há uma decisão final sobre sua implementação definitiva. Também há o Ethereum 1x, novo upgrade para a rede, mas poucas informações sobre a novidade circulam por ai.

O que é Ethereum?

Trata-se de uma plataforma descentralizada baseada em blockchain. Sendo descentralizada, ela conta com diversos computadores interligados para operar.

Apesar das características de sua tecnologia-mãe, o Ethereum tem uma função um tanto específica que é a de criar contratos inteligentes (ou, no inglês, smart contracts).

Tais contratos funcionam com a mesma ideia que contratos de papel, selando um acordo entre duas ou mais partes de uma negociação feita dentro da rede Ethereum.

Mas o que faz do contrato um instrumento “inteligente”? É aí que entra a magia dessa tecnologia.

O contrato é confeccionado de forma a cumprir automaticamente determinadas operações assim que alguns pré-requisitos são efetuados.

Todo e qualquer tipo de transação que é feita dentro do Ethereum é paga em Ether, o token da plataforma.

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Redação CoinBene
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