SEGURANÇA E TECNOLOGIA

Proof-of-stake: descubra esse algoritmo de consenso

Tempo de leitura: 1 minuto

Agora que você entendeu o proof-of-work, vamos desvendar os mistérios do Proof-of-Stake.

O PoS (prova de participação, em português) é uma alternativa ao proof-of-work (PoW), que assim como ele, busca prevenir fraudes, duplicação de transações, além de verificar as operações feitas com moedas digitais.

Para ser aceito pela rede um nodo deve provar que possui uma quantidade de moedas e não apenas resolver um problema.

Gerar um bloco envolve o envio de moedas para si mesmo, provando a posse das mesmas.

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A quantia necessária é especificada pela rede em um processo de ajustes similares a do PoW.

O criador do bloco é escolhido aleatoriamente entre os que já provaram que possuem riquezas na rede.

Proof-of-Stake: como funciona 

Ao obter um bloco, os fundos de seu dono são mantidos em custódia.

Se uma transação é fraudulenta, o montante é utilizado para pagar a vítima, ou seja, quem detém o bloco é responsável pela forma como ele é usado.

Mas como ganhar dinheiro se suas criptomoedas podem sair da sua mão? Com as taxas de transação é claro.

A ideia aqui é tirar proveito da assistência em uma venda, uma vez que você passa a atuar como o intermediário em uma transação. Assim que um bloco termina outro é criado sem pausas.

O PoS é considerado mais “justo” que o PoW, pois permite que as pessoas façam a cunhagem de moedas de acordo com os fundos que já possuem.

No caso do PoW, a maioria dos mineradores são empresas especializadas que investem alto em equipamentos e em energia elétrica.

As moedas que utilizam o proof-of-stake não podem ser mineradas, o termo correto nesse caso é cunhar os ativos.  

As altcoins NXT, BlackCoin e PIVX usam o PoS. A Fundação Ethereum trabalha para implantar a tecnologia em breve no Ether.

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Redação CoinBene
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