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Quais são as nações que apoiam as criptomoedas?

Tempo de leitura: 2 minutos

O mercado de ativos digitais está sempre em constante crescimento e embora não tenha havido grandes avanços em relação a regulação, muitos países se mostram interessados em adotar a tecnologia emergente. Um artigo publicado pela Entrepreneur destaca essas nações “amigas” das criptomoedas. Que tal adicionar algumas delas na sua próxima viagem de férias?

Europa Cripto Friendly

Embora existam muitos países que demonstram ter simpatia pelo Bitcoin, como o Japão, Malta é uma das nações mais envolvidas com seu desenvolvimento tanto que o país pretende se transformar em um importante centro de blockchain e criptomoedas.

Enquanto muitos países estão reprimindo corretoras e moedas digitais, o país está fornecendo aos desenvolvedores do setor infraestrutura e uma regulação favorável.

Além disso, Joseph Muscat, o primeiro-ministro de Malta, também é um grande entusiasta da tecnologia emergente. Ele mencionou que os ativos digitais são “o inevitável futuro do dinheiro” e terão um papel importante na crescente economia internacional, bem como trazem empregos e movimentam a economia.

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A Suíça é outro país que quer atrair cada vez mais investimentos no setor, oferecendo baixos impostos, centro de estudos em grandes universidades, regulamentação pró-inovação e um Crypto Valley, localizado na cidade de Zug.

Mas engana-se quem pensa que o país é receptiva apenas as empresas, uma vez que o Bitcoin é aceito como método de pagamento quando se trata de bilhetes de trem e contas de serviços públicos.

A Alemanha também é super a favor dos criptoativos, tanto que o Ministério das Finanças já declarou o Bitcoin “como uma unidade de conta”, permitindo que a moeda digital mais famosa do mundo seja utilizada como meio de pagamento de impostos e meios de negociação.

Belarus adora criptomoedas e já legalizou as transações das mesmas no fim do ano passado. O país permite a realização de Ofertas Iniciais de Moedas (ICOs, na sigla em inglês), contratos inteligentes e circulação dos ativos, tudo para atrair negócios no setor.  

A Geórgia é outro país do Leste Europeu que é amigo de criptomoedas. É o segundo no mundo quando se trata de mineração com criptomoedas, ao lado da China, que ocupa o primeiro lugar. O país também abriga uma das maiores empresas de mineração de criptografia do mundo, a Bitfury.

Finalmente, Gibraltar também abraça a indústria de criptomoedas. A Biblioteca do Congresso informou que a nação decidiu regular as criptomoedas dentro de sua jurisdição. Sua abertura à indústria de criptomoedas/ blockchain já atraiu a comunidade e o país conta com 35 empresas solicitando licenças para administrar negócios no segmento, de acordo com o jornal The New York Times.

Do outro lado do globo

No Sudeste asiático, há Singapura, país interessado em se tornar um centro global de ativos financeiros digitais. No ano passado, o país ficou em terceiro lugar no mercado de ICOs com maior arrecadação, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Suíça.

A Autoridade Monetária de Singapura tem uma abordagem prática sobre esse tipo de ativo, categorizando-os em tokens de utilidade, títulos ou de pagamento.

Mesmo com o grande número de hacks, o Japão é mundialmente conhecido por ser pró-inovação, ou seja, por apoiar o uso de moedas digitais. O país é o primeiro a regulamentar as atividades das exchanges, como forma de proteger os consumidores, estimulando o desenvolvimento do setor.

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Redação CoinBene
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